1 de mar. de 2011

Prefácio

O conhecimento histórico da árvore genealógica de uma família mostra as raízes plantadas para o futuro.
Iranildo  e Gilvanete
(meus pais)


Do livro "O menino do Bajé", de Diana Lopes Ferreira (minha irmã).

Editora Neves, 1ª Edição - 1996
Turma de 6ª série C


Exemplares à venda (eu)!

20 de fev. de 2011

Outra Parlenda

Hoje é domingo
fiquei mufino

Mufino preguiçoso
com cara de insosso

O insosso não é doce
vontade de dar um coice

O coice foi fraco
dá-lhe um abraço

O abraço é bem quente
                                     energiza a gente -----------> trava-língua

A gente é carente
alegria sente

E assim se percebe
acabou-se o fds!

15 de fev. de 2011

Antes e Depois


     Antes e depois, a marca da evolução: desenhos feitos pela pequena Daniela, 4 anos, no início de fevereiro e no fim de março.

Retirado de: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/importancia-desenho-pre-escola-educacao-infantil-desenvolvimento-541441.shtml 




Desconsiderando a reportagem. (apesar de legal)
Considerando a evolução. (não que o 1º desenho não seja digno...)


Poderia escrever um mói de coisa sobre esse assunto, mas vou resumir em uma só palavra:


"TREINO"

4 de fev. de 2011

Pequeno conto de terror: Apagão!

Parte I

Meu nome é John Fante, 54 anos, comerciante, solteiro, moro com minha filha Raquel de 25 anos.

Tivemos uma noite diferente de todas as outras, quando faltou energia em nossa cidade, por volta das 23:00 horas.

Eu e minha filha, acostumados a dormir com ventiladores, sentíamos muito calor, e mal conseguíamos nos concentrar no sono.

Sendo assim, decidi ir para a varanda da casa. Abri a porta, fazendo com que o ar entrasse pelo quarto de minha filha, procurei uma rede, armei e me deitei, observando o portão da garagem.

O céu estava estrelado, a rua escura, o silêncio tomava conta daquela noite.

Olhando para o portão, imaginei se de repente surgisse um ladrão, mendigo, doido, psicopata a me observar deitado na rede.

Sabendo que aquela rua era tranquila, desviei esses pensamentos, e contemplei as estrelas no céu.


Parte II


Raquel dormia intensamente, logo após entrar ventilação em seu quarto.

O relógio constava 02:00 horas e a energia não voltava.

Invadindo o silêncio da noite, Raquel escuta alguém com uma voz tremula a chamar por seu nome.

- Raquel!!

Acorda subitamente, assustada e pensando ter sido um sonho.

-Raquel!!

"Poder ser um mendigo, ou um bêbado da rua, fazendo brincadeira" Pensou.

-Raquel!! Estou aqui na varanda!!
-Aqui na varanda!!

Rapidamente, lembrou-se que seu pai estava na varanda e que poderia ser ele pedindo socorro.
Palpitação, nervosismo, medo, assolavam a garota.
Raquel dirigia-se à varanda, com um vassoura na mão. Tudo passava em sua mente, naqueles segundos.

"Um ladrão está com meu pai!".

"Oh, não! Meu pai pode ter caído!".

Apressando seus passos, encontra seu pai, sentado na rede, suado, com a cabeça baixa.


FINAL

-Paaaaaaai!!!!!!!! Gritou Raquel.

-Já estou bem, minha filha. Não há com que se preocupar. Disse John.

-O que aconteceu? Esses gritos? Questionou Raquel.

-Gritos? Acabo de me acordar. Estava sonhando com uma doida de hospício. Ela  pulava o portão e tentava entrar em casa com uma faca. E eu gritava para que você soubesse do perigo e procurasse ligar para o hospício. Explicou John.

Aliviada, Raquel pediu para que seu pai entrasse. Poderiam suportar o calor, mas não o terror.

Riram do episódio, e voltaram para suas camas.

Às 03:00 horas a energia voltou. Ambos ligaram seus ventiladores e puseram-se a dormir tranquilamente.

No entanto, John lembrava-se de um filme que assistiu, no qual relatava que às 03:00 horas todos os demônios vagavam pelas ruas, e intimidavam aqueles que estivessem acordados.

Sabendo que era apenas uma história, desviou esses pensamentos, e caiu no sono.

~ // ~


2 de fev. de 2011

Abrindo as portas da esperança!




Duas palavras abrem qualquer porta: puxe e empurre.