11 de dez. de 2025

Futebol

Eu odiava futebol.

Porque não entendia.

Continuo não entendendo as regras do jogo.

Mas, com o canal mediúnico aberto, vejo novas perspectivas.

Um time é como se fosse uma "egrégora".

Os torcedores são tão importantes quanto os jogadores.

O time adversário é ilusão, porque somos todos um.

No entanto, no teatro da vida, o adversário é personagem que dá o tempero do jogo.

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É uma grande brincadeira.

É pra se divertir.

Levar na esportiva.

Saber ganhar e saber perder.

Altos e baixos.

Que nem a vida.

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É um jogo de emoções.

Como a experiência na Terra.

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Mas é a neutralidade quem realmente vence.

Perdeu? ok.

Ganhou? ok.

Na neutralidade o "eu" observa sem julgamento.

Mas, isso é meio chato para quem deseja experienciar a terceira dimensão.

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Eu, que transito entre dimensões, me conecto com a egrégora tricolor.

Mas, nada me impede de transitar pela egrégora da dualidade.

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Já fui Botafogo, porque eu pai era a favor dos times que mais perdiam. E eu sempre fui pelo meu pai.

Já fui Corinthians, porque meu crush era corintiano.

Já fui ABC, e ainda sou, porque minha família toda é.

Hoje sou meio ABC, meio Fluminense, porque minha egrégora é meio dual e meio tricolor.

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O número 2 é meu favorito.

Mas o 3 é sagrado.

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2 x 3 = 6

6 é: Pai + Mãe + Filho + Filha + Espírito Santo + Espírita Santa.

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A conta fecha.




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